Chatbot para WhatsApp: como escolher sem cair em labirinto de menu
Oito critérios para comparar chatbots de WhatsApp antes de assinar: o que ele pergunta, quando ele para, como passa para a equipe, como cobra e o que acontece com o seu número. Com um teste de 15 minutos para fazer em qualquer demonstração.
Quem procura "chatbot para WhatsApp" encontra dezenas de ferramentas com a mesma promessa: atender 24 horas, vender mais, liberar a equipe. As páginas se parecem; as ferramentas não. A diferença aparece no primeiro cliente que escreve algo fora do roteiro, e é isso que vale testar antes de assinar.
Primeiro, decida o trabalho do robô
Antes de comparar marcas, responda: o que você quer que ele faça? Rotear ("digite 1 para financeiro"), responder dúvidas de uma base de conhecimento ou qualificar e agendar? São produtos diferentes. Quem compra um roteador esperando um qualificador fica com um menu caro; quem compra um "atendente que responde tudo" descobre que ele também responde o que não devia.
8 critérios para comparar
- Pergunta uma coisa por vez? Robô que manda formulário em uma mensagem só ("nome, serviço, data e horário") recebe metade das respostas.
- Para quando o cliente pede uma pessoa? "Quero falar com alguém" tem de encerrar o robô na hora, sem menu e sem "antes, me diga...".
- O que ele não sabe, ele não inventa? Pergunte como a ferramenta impede o robô de prometer desconto, prazo ou vaga que ninguém confirmou.
- A passagem para a equipe leva o contexto? A pessoa que assume deve ver o resumo e o histórico, não recomeçar com "em que posso ajudar?".
- Tem fila por setor? Financeiro, vendas e suporte no mesmo número, cada atendente vendo só o que é dele.
- Como cobra? Por usuário, por conversa, por mensagem, por número? Some tudo para o seu volume real e pergunte se há taxa de implantação.
- Como o número se conecta? Por QR code, como no WhatsApp Web, ou pela API oficial da Meta? Cada caminho tem custo e regra diferentes.
- Dá para sair? Fidelidade, multa e exportação dos contatos e conversas se você cancelar.
O teste de 15 minutos
Em qualquer demonstração ou período de teste, mande estas mensagens para o robô, nesta ordem, e anote o que acontece:
- Uma pergunta de preço logo de cara: ele chuta um número ou pergunta o que precisa?
- Um áudio: ele entende, pede para escrever ou ignora?
- "Quero falar com uma pessoa": ele para?
- Uma pergunta fora do assunto ("vocês abrem no feriado?"): ele inventa ou passa adiante?
- Uma mensagem às 23h: ele responde e diz quando a equipe volta?
Onde o Wozy se encaixa
O Wozy é um qualificador: pergunta nome, interesse e quando, agenda o próximo passo e entrega a conversa para a fila certa. Não tenta resolver suporte técnico nem negociar. Os planos são por unidade, com usuários ilimitados: R$ 290 sem robô (fila e setores), R$ 690 com o robô e 1.000 conversas por mês, R$ 1.190 com 3.000 conversas e até 3 números. Sem taxa de implantação e sem fidelidade; dá para testar 10 dias sem cartão.
Chatbot e robô qualificador são a mesma coisa?
Qualificador é um tipo de chatbot com um trabalho só: descobrir quem é a pessoa, o que ela quer e quando, e agendar. Chatbot de menu só roteia; atendente virtual tenta responder tudo.
Qual o erro mais comum na hora de escolher?
Comparar só o preço da mensalidade. Some usuários, conversas, números e implantação no seu volume real, e teste se o robô para quando o cliente pede uma pessoa.
Posso testar o Wozy antes de pagar?
Sim: são 10 dias grátis, sem cartão. E, depois de contratar, há garantia de 30 dias com devolução da primeira mensalidade.
Como contratar o Wozy?
Online, em minutos: informe o CNPJ, aceite o contrato na tela, pague a primeira mensalidade por cartão ou boleto e o acesso abre sozinho. Sem fidelidade.
Conheça o Wozy
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